A 11ª Bienal Brasileira de Design Gráfico marcou um momento decisivo para o design nacional. Pela primeira vez, o principal evento brasileiro dedicado ao design gráfico deixou São Paulo, inaugurando sua vocação itinerante e ampliando seu alcance para novos públicos, cidades e territórios.
Convidado para assinar a curadoria ao lado de Ricardo Leite, Leo Eyer liderou, através da Bold°, a concepção e a realização da Bienal. O escritório foi responsável pela estruturação do projeto, pela plataforma de inscrições e votação, pela captação de recursos e parcerias, pela organização da programação, pela seleção e articulação do espaço expositivo, além do projeto expográfico que deu forma à mostra.
O desafio foi construir uma plataforma capaz de representar a diversidade e a relevância do design gráfico brasileiro. A curadoria estruturou um percurso que estimulava o diálogo entre diferentes linguagens, gerações e perspectivas, transformando a Bienal em um espaço de encontro, reflexão e troca.
O resultado foi um projeto que ampliou o alcance da Bienal Brasileira de Design Gráfico e estabeleceu um novo modelo para suas futuras edições, demonstrando como estratégia, curadoria, produção cultural e gestão integrada podem atuar de forma articulada para fortalecer a cultura do design.